Acusam-nos de sermos radicais. Se preferirem, malandrecos.
Não pactuamos com a política de suspeição, inerente à capa anti-plágio, logo, somos radicais.
Denunciamos plágios curriculares, protagonizados por gestores do saber performativo, logo, somos radicais.
Denunciamos sobreposições curriculares, entre licenciatura e mestrado, logo, somos radicais.
Não nos revemos na postura empiricista da sociologia isctena, logo, somos teóricos.
O quê!? Somos teóricos!? Só por causa disso, somos radicais.
Não votamos na esquerda democrática, moderada, popular, obviamente, somos radicais.
Ainda por cima, criámos um blogue, onde expomos a inquietação do principiante... nem radicais somos... somos é fundamentalistas depravados.
Amigos, não deixem de ser "radicais".
Saudações do outro lado da linha (Boaventura de Sousa Santos, grande radical)
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
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2 comentários:
Aposto que está alguém agora com as orelhas a arder...
Aposta ganha...
Queriam que fossemos carneirinhos amestrados!?
A questão é que somos radicais malandrecos, ou, malandrecos radicais!!!
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