domingo, 15 de março de 2009

«Há coisas mais importantes para discutir...»

«Há coisas mais importantes para discutir...»

Não raras vezes, quando levantamos algumas questões, tais como: as fp (folhas de presença: suas mentes malandrecas!!!); as capas anti-plágio; os conteúdos dos currículos iscteanos. A resposta, à nossa proposta de reflexão, é, «há coisas mais importantes para discutir...». A reunião simbólica foi disso, o último exemplo.

Mais uma vez, o ecletismo iscteano vem à tona, ou seja, as possibilidades de discussão são sempre muitas, desde que não coloquem em causa as posições, perspectivas e "pedagogias" dos gestores do saber performativo iscteano.

Então o que devemos discutir (minhas sugestões, segundo a perspectiva iscteana):
1. O futebol à moda da taberna!? (já o fazemos)
2. O tempo!?
3. As cores das paredes do instituto!?
4. Os manequins que passam pelo multi!? (obviamente, já fazemos)
5. A política nacional!? (também o fazemos, há a tem quem diga: são uns radicais...)

Ecletismo sim, mas desde que sejam os gestores do saber performativo a impô-lo (perdão, a orientá-lo).

Queriam que discutisse-mos o regime de gestão das universidades, mas prefiro discutir as causas antes das consequências!!!

PS: não pedimos desculpa por discutir os temas que nos afectam, enquanto alunos (perdão, utentes) do iscte e que melhor conhecemos.

3 comentários:

Daniel Figueiredo disse...

Duas razões para não se discutir nada, segundo os «gestores do saber performativo»:

1) «não iam entender nada» (os assuntos que, segundo eles, merecem ser discutidos, exigem um tipo de pericialidade que supostamente só eles detêm...)

2) «ninguém o proíbe de discutir» (desde que não façam muito barulho e não perturbem o normal funcionamento do instituto...)

(...)

Oh Luís, lembrei-me agora: não temos coisas mais importantes para discutir?

Dautarin da Costa disse...

A época das "coisas importantes" ainda não chegou, pelo que qualquer coisa que vocês (seus malandros!) discutam, é completamente desimportante, irrelevante e sei lá mais o quê...

Meus caros amigos da malandragem, estamos perante a lei dos adiamentos ilimitados.

Luís Miguel Santos disse...

Oh Daniel, eu acho que era... já me esqueci do que era, mas era importante!!!

Seguro é que as opiniões vindas das sociedades primitivas atrasadas não são nada relevantes nem interessantes!!!

Já o Hugo, agora só quer falar de bébés (sempre é um assunto mais interessante)!!!