Quando é que um@ principiante está preparad@ para ler um «clássico» da sociologia?
Adiar, adiar, adiar.
Com todo o respeito pel@s noss@s coleg@s do programa de doutoramento, alguém acredita que aí se desenvolva um trabalho colectivo de leitura e interpretação crítica dos «clássicos»?
Alguém acredita que as posturas de infantilização («não iam entender nada») e/ou de complacência («ninguém o proíbe de ler») dêem subitamente lugar a seminários amplamente participados onde se examinam os pressupostos meta-teóricos da sociologia?
Não é preciso ser vidente para perceber que esta pedagogia do adiamento não é mais do que uma pedagogia do desprezo e da ignorância (e estou a medir muito bem as palavras!).
Afinal de contas, quem despreza o estudo dos «clássicos» só pode ensinar ignorância.
Uma ignorância «que se ignora a si mesma», orgulhosamente.
Pois bem.
Eles que fiquem com o orgulho da ignorância.
Nós ficamos com o gosto pela sociologia!
Adiar, adiar, adiar.
Com todo o respeito pel@s noss@s coleg@s do programa de doutoramento, alguém acredita que aí se desenvolva um trabalho colectivo de leitura e interpretação crítica dos «clássicos»?
Alguém acredita que as posturas de infantilização («não iam entender nada») e/ou de complacência («ninguém o proíbe de ler») dêem subitamente lugar a seminários amplamente participados onde se examinam os pressupostos meta-teóricos da sociologia?
Não é preciso ser vidente para perceber que esta pedagogia do adiamento não é mais do que uma pedagogia do desprezo e da ignorância (e estou a medir muito bem as palavras!).
Afinal de contas, quem despreza o estudo dos «clássicos» só pode ensinar ignorância.
Uma ignorância «que se ignora a si mesma», orgulhosamente.
Pois bem.
Eles que fiquem com o orgulho da ignorância.
Nós ficamos com o gosto pela sociologia!
3 comentários:
Viva o gosto pela descoberta!!!
Respondendo à tua pergunta sobre quando é que um principiante está preprarado para ler os clássicos, eu proponho uma resposta:
É só assinar uma declaração de não-interpretação (declaração com efeitos SIMBÓLICOS, obviamente!), que logo podem ler sem limites (quer dizer, sem pôr em causa a ideologia, TOTALITARIAMENTE, dominante) as obras dos clássicos!!!
«Totalitariamente»!?
Isto é-me familiar...onde é que eu já ouvi isto?
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