Não, não vou defender a tese do facilitismo: isso seria tirar mérito @ tod@s aquel@s que fizeram a «unidade curricular» (eu incluído) e desvalorizar a carga de trabalhos (eu que o diga) que o trabalho lhes (nos) deu.
Prefiro concluir o seguinte: só foi possível cumprir o tempo de «trabalho autónomo» previsto (126 horas), comprometendo o plano de trabalho previsto (nomeadamente a leitura, compreensão e discussão de toda a «bibliografia de trabalho»).
A não ser, é claro (temos sempre de admitir umas hipóteses absurdas), que «bibliografia de trabalho» não queira dizer «bibliografia de trabalho» e que nada disto seja para levar muito a sério...
Enfim, cada um@ tem as suas crenças.
E eu, se querem que vos diga, não acredito numa universidade assim.
Prefiro concluir o seguinte: só foi possível cumprir o tempo de «trabalho autónomo» previsto (126 horas), comprometendo o plano de trabalho previsto (nomeadamente a leitura, compreensão e discussão de toda a «bibliografia de trabalho»).
A não ser, é claro (temos sempre de admitir umas hipóteses absurdas), que «bibliografia de trabalho» não queira dizer «bibliografia de trabalho» e que nada disto seja para levar muito a sério...
Enfim, cada um@ tem as suas crenças.
E eu, se querem que vos diga, não acredito numa universidade assim.
3 comentários:
As hipóteses nunca são absurdas.
Quanta(s) hora(s) demoraste a escrever estes post's?
Vá lá, não sejas assim!
É por causa de pessoas como a sua senhoria, que a Sociologia Portuguesa, com o BI nºoooooooo e residente na rua invísivel, está como está...
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