sexta-feira, 22 de maio de 2009

Da capacidade de trabalho (5)

Não, não vou defender a tese do facilitismo: isso seria tirar mérito @ tod@s aquel@s que fizeram a «unidade curricular» (eu incluído) e desvalorizar a carga de trabalhos (eu que o diga) que o trabalho lhes (nos) deu.

Prefiro concluir o seguinte: só foi possível cumprir o tempo de «trabalho autónomo» previsto (126 horas), comprometendo o plano de trabalho previsto (nomeadamente a leitura, compreensão e discussão de toda a «bibliografia de trabalho»).

A não ser, é claro (temos sempre de admitir umas hipóteses absurdas), que «bibliografia de trabalho» não queira dizer «bibliografia de trabalho» e que nada disto seja para levar muito a sério...

Enfim, cada um@ tem as suas crenças.

E eu, se querem que vos diga, não acredito numa universidade assim.

3 comentários:

Hugo Militão disse...

As hipóteses nunca são absurdas.

Luís Miguel Santos disse...

Quanta(s) hora(s) demoraste a escrever estes post's?

Dautarin da Costa disse...

Vá lá, não sejas assim!
É por causa de pessoas como a sua senhoria, que a Sociologia Portuguesa, com o BI nºoooooooo e residente na rua invísivel, está como está...