Fará sentido falar de uma «iniciação sociológica»? Se sim, em que é que esta consistiria?
Tal como a iniciação religiosa e a iniciação militar, a iniciação sociológica também visa introduzir o iniciando num grupo (a «comunidade científico-profissional dos sociólogos»), fazê-lo partilhar os valores e regras desse mesmo grupo (por exemplo, o «racionalismo científico») e dotá-lo de um novo estatuto social (o estatuto de «especialista»).
Tal como nos dois casos supracitados, verificamos que a iniciação sociológica também possui os seus «rituais de iniciação».
É através deles que se inscreve no indivíduo o ethos da ciência: tudo aquilo que não pode ser directamente transmitido por professores e investigadores, justamente porque constitui a essência da sociologia enquanto disciplina científica.
É através deles que o iniciando aprende a ser sociológo.
De corpo e alma.
E, não raras vezes, sem se dar conta do que lhe está a acontecer.
Mas quais são esses rituais?
[continua]
Tal como a iniciação religiosa e a iniciação militar, a iniciação sociológica também visa introduzir o iniciando num grupo (a «comunidade científico-profissional dos sociólogos»), fazê-lo partilhar os valores e regras desse mesmo grupo (por exemplo, o «racionalismo científico») e dotá-lo de um novo estatuto social (o estatuto de «especialista»).
Tal como nos dois casos supracitados, verificamos que a iniciação sociológica também possui os seus «rituais de iniciação».
É através deles que se inscreve no indivíduo o ethos da ciência: tudo aquilo que não pode ser directamente transmitido por professores e investigadores, justamente porque constitui a essência da sociologia enquanto disciplina científica.
É através deles que o iniciando aprende a ser sociológo.
De corpo e alma.
E, não raras vezes, sem se dar conta do que lhe está a acontecer.
Mas quais são esses rituais?
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