Ver ou não ver!? ex a questão... ver o quê??? com que olhos??? e com que olhar???
Leitura dos clássicos:
Já se disse neste espaço que, no iscte (actual iul), há docentes - os «editores» da carta - que recomendavam a "não leitura" de certas obras e autores («não vale o esforço»). Os alunos - quais «segundos (os cegos)» da carta, segundo esses docentes, não têm capacidade para ler e interpretar autonomamente determinados textos. Tal como os cegos, os alunos do iul devem aproveitar ao máximo, ou melhor, em exclusivo, as interpretações caridosamente já concebidas acerca desses textos...
Cultura profissional:
A defesa acérrima de uma cultura profissional associativa, tal como todos nós no iscte e no iul já testemunhámos, assenta numa perspectiva bem transversal como é exemplo a carta apresentada no post anterior. Os indivíduos que defendem este tipo de cultura profissional não reconhecem legitimidade a perspectivas diferentes das suas.
Os editores de outrora são, hoje em dia, aqueles que não reconhecem e nem admitem a diferença de perspectivas, são aqueles que visão a imposição de um paradigma hegemonizante. Já os cegos ~são aqueles que procuram por todas as vias lutar pela sua sobrevivência intelectual livre e, por vezes diletantes...
Se ser cego fosse, apenas, ter uma perspectiva: afinal, quem seriam os cegos contemporâneos!?
Uns são cegos por condição biológica, outros apenas vêem segundo uma perspectiva... então, qual é o pior cego!?
3 comentários:
Os cegos importunam a República.
Os principiantes importunam a Ciência.
(...)
Já agora: quem quer comprar as minhas «folhinhas»?
É por uma boa causa: ajudar a sociologia portuguesa a livrar-se dos seus parasitas!
http://inquietacao-principiante.blogspot.com/2009/03/e-que-tal-ajudarmos-sociologia.html
Lá estás tu a querer estragar o negócio de uma editora de Oeiras!!!
O que eu vejo é que a «cegueira» faz parte do percurso académico dos aspirantes a sociólogos do iscte / iul: convém atirar areia para os olhos dos putos, não vão eles tornar-se gente incómoda (como diria afc, gente como nós).
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