No segundo ano da licenciatura em sociologia no iscte, entre outras «pérolas», existia uma cadeira (é verdade, ainda não era unidade curricular!) chamada Métodos e Técnicas de Investigação em Sociologia II, leccionada por ASM.
Para além de muitos episódios, mais ou menos hilariantes, dos quais se destaca o insulto, proferido pela docente, a propósito de uma questão que o meu grupo pretendia incluir no questionário, direccionado a um amigo/autor deste blog. O inquérito era um instrumento de um trabalho subordinado ao tema do racismo. A docente achava que uma questão (Já participou em alguma actividade considerada ilícita?) era ofensiva e que por isso teríamos de a retirar, como é hábito, resistimos a essa ideia, até porque já havíamos tido essa mesma discussão, no grupo, aquando da construção do questionário.
Depois da argumentação, dita racional, ter falhado, os elementos do grupo envolvidos no «confronto», disseram à docente que a ideia da pergunta tinha sido proposta por um colega proponente não estava presente e que é preto. A resposta, perdão o insulto não tardou: "O... é um verdadeiro Michael Jackson..." Eis uma socióloga do iscte/iul que realizou trabalhos sobre imigrantes africanos em Portugal.
Asseguir ao insulto gratuito, a discussão ainda prosseguiu, mas perdeu sentido uma vez que a irredutibilidade da docente era manifesta.
Ofensivo e racista... Quem!!!! nós???
Para além de muitos episódios, mais ou menos hilariantes, dos quais se destaca o insulto, proferido pela docente, a propósito de uma questão que o meu grupo pretendia incluir no questionário, direccionado a um amigo/autor deste blog. O inquérito era um instrumento de um trabalho subordinado ao tema do racismo. A docente achava que uma questão (Já participou em alguma actividade considerada ilícita?) era ofensiva e que por isso teríamos de a retirar, como é hábito, resistimos a essa ideia, até porque já havíamos tido essa mesma discussão, no grupo, aquando da construção do questionário.
Depois da argumentação, dita racional, ter falhado, os elementos do grupo envolvidos no «confronto», disseram à docente que a ideia da pergunta tinha sido proposta por um colega proponente não estava presente e que é preto. A resposta, perdão o insulto não tardou: "O... é um verdadeiro Michael Jackson..." Eis uma socióloga do iscte/iul que realizou trabalhos sobre imigrantes africanos em Portugal.
Asseguir ao insulto gratuito, a discussão ainda prosseguiu, mas perdeu sentido uma vez que a irredutibilidade da docente era manifesta.
Ofensivo e racista... Quem!!!! nós???
5 comentários:
err............ no comments!
E o preconceito é vosso!
Uns têm a fama, e outros o proveito. A observação, para além de disparatada, é reveladora da arrogância e do «quero, posso e mando»...mais uma que vive no espectro da solidão.
Isto foi vergonhoso!!! Arrogância, preconceito e, porque não dizer, má educação (o visado ñ estava presente)... Pena é que esta situação VERGONHOSA se passou no segundo ano... Ai se fosse hoje!
Giro foi, na discussão do trabalho, ouvir o elogio que AMS fez às conclusões do trabalho: "está muito bem! As vossas conclusões não vão contra a literatura científica produzida sobre este tema...".
Trabalho esse, que foi realizado por um grupo que tinha um cegueta e um preto não é irónico!?
Hugo tens toda a razão... a falta de p... é um problema grave!!!
Foi a mais vergonhosa das vergonhas. O que valeu foi que o nosso trabalho falou por si.
O Michael Jackson morreu?
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