
Nota do Autor:
«A personagem de A Ministra só existe no plano da ficção. Transfigurá-la da ficção para a realidade e alojá-la em tal ou tal pessoa é um exercício permitido pela imaginação. Porém, esse exercício, de que só o leitor será responsável, nada acrescenta à ficção. A intenção do autor foi - exclusivamente - a de desenhar ficcionalmente, como tipo literário geral, uma mulher feia, triste e de existência infeliz, e, por isso, autoritária e severa, antes de mais consigo própria, uma mulher que nunca conheceu o amor»
«...esse exercício, de que só o leitor será responsável, nada acrescenta à ficção»
E a ficção?
Diz-nos alguma coisa sobre a realidade?
Fiquem para ver!
«...esse exercício, de que só o leitor será responsável, nada acrescenta à ficção»
E a ficção?
Diz-nos alguma coisa sobre a realidade?
Fiquem para ver!
2 comentários:
Vamos lá, então, ver isso. Depois de tanta propaganda, veremos se vale a pena.
Vale a pena o esforço!? (se calhar devo questionar AFC)
Livro escrito por um professor acerca de «(...) uma mulher feia, triste e de existência infeliz (...)», faz-me lembrar alguém!!!A já citada, neste blog, MLR
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