terça-feira, 25 de agosto de 2009

Che: O ideólogo coerente II

Se partirmos do princípio que o valor de algo é tanto maior quanto maior for a sua raridade, podemos entender o valor simbólico de Che Guevara como algo que resulta de interpretações sobre a sua dimensão ideológica, mais concretamente, interpretações que atribuem raridade a essa mesma dimensão.

Esta lógica de ideias remeteu-me para a seguinte questão:

Se o Che é idolatrado pela raridade da sua solidez ideológica, isso quererá dizer que a não mobilização de paixões pela maioria das actuais lideranças políticas é consequência de um esvaziamento ideológico?

3 comentários:

Hugo Militão disse...

Essa questão parece-me mais uma afirmação...

Daniel Figueiredo disse...

A não-ideologia também é uma ideologia, não acham?

Luís Miguel Santos disse...

Sem dúvida Dani, tal como é ideologia a multi-ideologia, seja lá o que isso for...