Se partirmos do princípio que o valor de algo é tanto maior quanto maior for a sua raridade, podemos entender o valor simbólico de Che Guevara como algo que resulta de interpretações sobre a sua dimensão ideológica, mais concretamente, interpretações que atribuem raridade a essa mesma dimensão.
Esta lógica de ideias remeteu-me para a seguinte questão:
Se o Che é idolatrado pela raridade da sua solidez ideológica, isso quererá dizer que a não mobilização de paixões pela maioria das actuais lideranças políticas é consequência de um esvaziamento ideológico?
terça-feira, 25 de agosto de 2009
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3 comentários:
Essa questão parece-me mais uma afirmação...
A não-ideologia também é uma ideologia, não acham?
Sem dúvida Dani, tal como é ideologia a multi-ideologia, seja lá o que isso for...
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