Lembram-se de se discutir, naquelas sessões de esclarecimento que foram realizadas ainda no antigo ISCTE, que valor teria um diploma de licenciatura pré-Bolonha após a implementação do Processo de Bolonha?
Ninguém podia adivinhar o que iria acontecer, mas a pergunta já antecipava uma possibilidade: diplomad@s pré-Bolonha poderiam ficar em desvantagem relativamente a diplomad@s de Bolonha com o mesmo número de anos de formação superior.
O receio baseava-se, antes de mais, numa questão de terminologia, pois o mesmo termo («licenciatura») seria doravante aplicado tanto para aquel@s que tinham feito 5 anos no anterior modelo, como para aquel@s que estavam agora a concluir um ciclo de estudos de apenas 3 anos.
Como é que o mercado de trabalho iria reagir a esta profusão de diplomas, onde as mesmas designações correspondem a percursos de formação radicalmente distintos?
Teriam @s licenciad@s pré-Bolonha acesso aos mesmos concursos d@s mestres de Bolonha?
Ou ser-lhes-ia exigido que fizessem formação-extra para obter essa equivalência?
[continua]
Ninguém podia adivinhar o que iria acontecer, mas a pergunta já antecipava uma possibilidade: diplomad@s pré-Bolonha poderiam ficar em desvantagem relativamente a diplomad@s de Bolonha com o mesmo número de anos de formação superior.
O receio baseava-se, antes de mais, numa questão de terminologia, pois o mesmo termo («licenciatura») seria doravante aplicado tanto para aquel@s que tinham feito 5 anos no anterior modelo, como para aquel@s que estavam agora a concluir um ciclo de estudos de apenas 3 anos.
Como é que o mercado de trabalho iria reagir a esta profusão de diplomas, onde as mesmas designações correspondem a percursos de formação radicalmente distintos?
Teriam @s licenciad@s pré-Bolonha acesso aos mesmos concursos d@s mestres de Bolonha?
Ou ser-lhes-ia exigido que fizessem formação-extra para obter essa equivalência?
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