Parece que o departamento está a solicitar aos/às alun@s que ainda se encontram a fazer a tese uma ficha-projecto semelhante àquela que foi pedida em Outubro de 2008.
Depois de preencher esta segunda ficha e de a enviar à minha orientadora, decido vasculhar os meus arquivos à procura da ficha do ano passado.
Encontrando-a, confirmo uma suspeita recorrente: embora partilhem vários elementos entre si, não deixam de ser duas teses distintas que podiam perfeitamente ser realizadas por duas pessoas diferentes.
Será possível determinar o momento exacto em que a primeira deu lugar à segunda?
Por mais que pense no trabalho que realizei nos últimos meses, não consigo identificar esse fantasioso ponto de viragem objectivo.
Há muito que dei o meu assentimento à ideia que uma boa parte das inflexões de percurso se devem menos às decisões do comandante do que aos caprichos do mar.
Que muitas descobertas são acidentais, já tod@s o sabemos (lembrem-se das descobertas marítimas dos portugueses no século XV).
Mas não se admirem se tiverem de desembarcar no «novo mundo» muito mais convivas do que aquelas que partiram convosco da «metrópole».
Não se espantem se as teses possíveis vierem reclamar a sua parte do tesouro.
Afinal de contas, podia ter sido qualquer uma a chegar ao fim...
Depois de preencher esta segunda ficha e de a enviar à minha orientadora, decido vasculhar os meus arquivos à procura da ficha do ano passado.
Encontrando-a, confirmo uma suspeita recorrente: embora partilhem vários elementos entre si, não deixam de ser duas teses distintas que podiam perfeitamente ser realizadas por duas pessoas diferentes.
Será possível determinar o momento exacto em que a primeira deu lugar à segunda?
Por mais que pense no trabalho que realizei nos últimos meses, não consigo identificar esse fantasioso ponto de viragem objectivo.
Há muito que dei o meu assentimento à ideia que uma boa parte das inflexões de percurso se devem menos às decisões do comandante do que aos caprichos do mar.
Que muitas descobertas são acidentais, já tod@s o sabemos (lembrem-se das descobertas marítimas dos portugueses no século XV).
Mas não se admirem se tiverem de desembarcar no «novo mundo» muito mais convivas do que aquelas que partiram convosco da «metrópole».
Não se espantem se as teses possíveis vierem reclamar a sua parte do tesouro.
Afinal de contas, podia ter sido qualquer uma a chegar ao fim...
2 comentários:
Receio passar pela mesma descoberta...esta tese não é a mesma de há 1 ano atrás. Essa evolução (normal) é uma das razões pelas quais a folha de inscrição vale o que vale (muito pouco).
A asfixia borocrática é um dos males deste país!!!
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