É incrível o que se pode aprender com a tese.
Sobre aquilo que gostamos, aquilo que queremos, aquilo que consideramos importante nas nossas vidas.
Durante o processo, aprendemos coisas inesperadas sobre aquilo que somos (ou devo antes dizer a pessoa em que nos tornámos?).
Nem todas as descobertas são agradáveis.
Há mistérios que nunca quisemos desvendar.
Feridas que parecem doer tanto como da primeira vez.
E, no entanto, é incrível o que isto nos faz crescer.
Já se compararam com a pessoa que iniciou?
A diferença é grande.
Por vezes assustadora.
Mas agora já não há retorno.
A única hipótese é seguir em frente (onde quer que ir em frente nos leve).
Olhar para o futuro e abraça-lo com os dois braços.
Colher inspiração em ideais.
E continuar à procura...
Principiantes de todo o mundo (a começar pelos meus três camaradas do blog): que nunca vos faltem inquietações!

2 comentários:
Concordo inteiramente contigo.
Não é só a tese que cresce... nós crescemos com ela... sofremos com ela... e ficamos felizes por ela.
Não podia deixar de ser...o (grande) senhor Daniel Figueiredo, amigo de infância, fã do porto e muito com uma consciência precoce! Parabéns pelo o teu mestrado.
Abraço,
David Pereira.
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