domingo, 29 de novembro de 2009

Que nunca vos faltem inquietações




É incrível o que se pode aprender com a tese.

Sobre aquilo que gostamos, aquilo que queremos, aquilo que consideramos importante nas nossas vidas.

Durante o processo, aprendemos coisas inesperadas sobre aquilo que somos (ou devo antes dizer a pessoa em que nos tornámos?).

Nem todas as descobertas são agradáveis.

Há mistérios que nunca quisemos desvendar.

Feridas que parecem doer tanto como da primeira vez.

E, no entanto, é incrível o que isto nos faz crescer.

Já se compararam com a pessoa que iniciou?

A diferença é grande.

Por vezes assustadora.

Mas agora já não há retorno.

A única hipótese é seguir em frente (onde quer que ir em frente nos leve).

Olhar para o futuro e abraça-lo com os dois braços.

Colher inspiração em ideais.

E continuar à procura...

Principiantes de todo o mundo (a começar pelos meus três camaradas do blog): que nunca vos faltem inquietações!

2 comentários:

Hugo Militão disse...

Concordo inteiramente contigo.

Não é só a tese que cresce... nós crescemos com ela... sofremos com ela... e ficamos felizes por ela.

David Pereira disse...

Não podia deixar de ser...o (grande) senhor Daniel Figueiredo, amigo de infância, fã do porto e muito com uma consciência precoce! Parabéns pelo o teu mestrado.

Abraço,
David Pereira.