quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

as aventuras de AFC, o «anti-academicista» (prólogo)

Duas crenças animam o debate da profissionalização (chamemos-lhe assim, por ora) dos «sociólogos» (licenciados em sociologia, para ser verdadeiramente rigoroso e justo) no nosso país:

1) a crença de que quem faz sociologia exerce sempre e necessariamente uma profissão e de que quem exerce uma profissão faz sempre e necessariamente sociologia;

2) a crença de que a «cultura profissional associativa» tem estado a conquistar terreno à «cultura de dissociação entre ciência e profissão» desde os finais dos anos 80 e que, por essa razão, é expectável (desejável?) que se venha a tornar a normatividade dominante na comunidade sociológica portuguesa.

Adivinhem quem é o protagonista principal do «debate»...

...pois é...

...ele mesmo...

Fiquem para ver: as aventuras de AFC, o «anti-academicista»!

4 comentários:

Luís Miguel Santos disse...

Ele só diz o que diz porque tem (como o seu camarada de ciêmcia) um "emprego público seguro"...

Então...só nos falta uma QUALQUER actividade profissional para sermos VERDADEIROS cientistas sociais!!!(que alívio! pensei que fosse mais complicado...)

Daniel Figueiredo disse...

Será que ele vai contrair um daqueles empréstimos de 2500 euros que o Estado está a oferecer aos funcionários públicos?

Dá sempre jeito para fazer umas obritas lá em casa...e exercer o extraordinário papel profissional de «sociólogo-bricolage»!

Luís Miguel Santos disse...

Seria uma actividade altamente qualificada...uma vez que seria executado por um doutorado!

Dr. Prof. Const. AFC. Faz todo o tipo de, «piquenas», reparações domésticas...

Assim, só me «resta uma dúvida»: qual seria a categoria (ou falta dela) correcta, deste «multi-usos» doméstico, na tipologia ACM?!

Daniel Figueiredo disse...

Isso daria cabo de qualquer tipologia com ambições de cientificidade...