Hoje, finalmente, djone, um novo conceito sociológico. Aprendi-o com adolescentes, das periferias lisboetas, habituados a ler e a viver o mundo do "outro lado da linha". Na verdade, djone, extravassa os domínios convencionais de um conceito, não se limita a ajudar na explicação de (des)encontros sociais, é, fundamentalmente, um indicador de integridade. Algo djonero é algo impregnado de ilusionismos, de superficialidades travestidas de profundidades.
Este conceito tem um espaço de expressão na denúncia de sociologias djoneiras, aquelas que são subsidiárias de uma espécie de complexo de inferioridade ante às ciências naturais. Aquelas que, de forma exclusiva, especializam seus aprendizes em leituras de gráficos e tabelas, em especialidades de tudo e de nada, para que não se deslegitimizem perante comunidades científicas (djoneiras?!) operadoras de venda nos supermercados de numerologias sociológicas.
É no desejo de beber dos poços das curiosidades e das descobertas, que brota o anti-djonismo...uma premissa de luta contra as djonices dos djoneros das sociologias fastfoodianas.
É com prazer que entro na luta...
Saudações anti-utilitaristas
2 comentários:
Viva o anti-djonismo!!!
Bem vindo à luta amigo (mano, brother, irmão)
Saudações anti-utilitaristas
Aprendeste-o com «adolescentes, das periferias lisboetas, habituados a ler e a viver o mundo do "outro lado da linha"».
Impõe-se um comentário paternalista:
cuidado com as companhias, «minino» Dautarin!
Primeiro, começa-se pelos adolescentes das periferias.
Depois, sem se perceber como nem porquê, chega-se ao gang anti-utilitarista do instituto...
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