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«Produtos-conhecimento»: o primeiro Oneto enquanto «ladrão de bicicletas»
Os apóstolos do dinheirismo e da teologia do mercado – incluindo todos aqueles vampiros que directa ou indirectamente encontram em toda a parte, na crise, na fome, na guerra, uma oportunidade para negociar e enriquecer – não desapareceram. E, ao que parece, estão aí as novas oportunidades de negócio, de promoção pessoal e enriquecimento para os que, graças à liturgia do empreendedorismo e da inovação, souberem tirar partido da estrutura de oportunidades emergente. A “ambição” e a “competitividade”, como células gémeas de um cancro que não se extirpa, aí estão mais fortes do que nunca, corroendo o que resta de um modelo de desenvolvimento falhado. Que mercadorias fictícias, que produtos-conhecimento, virão a seguir alimentar toda esta hysteresis?
Francisco Oneto in Ladrões de Bicicletas
3 comentários:
Nunca pensei dizer isto:
Bravo FO!!!
Mais um que não é da esquerda «moderada», «democrática», «popular», blá blá blá...
Bem vindo à blogosfera, professor!
É um prazer passear a mente pelas palavras que dão o nome certo às coisas desse nosso mundo, invertido de prioridades.
Muito bem FO!
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