terça-feira, 20 de janeiro de 2009

O início do controlo borocrático (2ª parte)... continuação da infantilização!

Ainda as malditas folhas de presença...

Estes, extractos de madeira transformada, que circulam, livremente, pelas salas de aula do iscte, fazem parte (terão sido o inicio!?) de uma estratégia de infantilização dos discentes, por parte dos «gestores do saber performativo». Sendo que, alguns deles, resistiram, e não foi pouco, a aplicar este instrumento de controle.

Uma vez que esta prática se está a ritualizar, ou seja, o controlo das presenças nas aulas, de todos os ciclos de ensino, no iscte está a transformar-se num «exemplo» de boas práticas académicas...

Assim sendo, cumpre-nos dar algumas sugestões no sentido de tornar, «ainda mais», eficaz o funcionamento do sistema iscteano:
1-Porque não introduzir umas campainhas de início e final de aula!?
2-Definir um limite de faltas que leve à exclusão dos alunos (sem os inibir de pagar a totalidade das propinas...).
3-Criar um sistema de justificação de faltas:

Aos actuais discentes: se concordam que as folhas de presença fazem parte de uma estratégia de infatilização, adiram ao movimento de alunos que não assinam, essas malandrecas

2 comentários:

Daniel Figueiredo disse...

É o eterno retorno ao ensino secundário: a pessoa pensa que já está noutro nível, mas acaba sempre por regressar áquele velho paternalismo do «educador-controlador» e do «educando-controlado»...

Onde quer que vamos e o que quer que façamos, continuam a tratar-nos como crianças!

É realmente inacreditável, sobretudo se tivermos em conta que o discurso dominante de Bolonha usa e abusa do conceito de «autonomia» para caracterizar o novo paradigma de ensino universitário...

Até agora, meus amigos, os sinais apontam no sentido oposto!

Dautarin da Costa disse...

É na infantilização dos neófitos - doutores em potência - que os ideários acríticos encontram solos férteis de germinação e sustentabilização. Puras ferramentas do utilitarismo pragmático - castrante...