[As Formas Elementares da Vida Religiosa, 1912]«Uma vez que o mundo que exprime o sistema total dos conceitos é aquele que a sociedade imagina, só esta nos pode fornecer as noções mais gerais segundo as quais esse mundo pode ser representado. Só um sujeito que inclui todos os sujeitos particulares é capaz de compreender um tal objecto. Uma vez que o universo não existe a não ser na medida em que é pensado e dado que não o é totalmente a não ser pela sociedade, toma lugar nesta última, torna-se um elemento da sua vida interior, e assim a sociedade é, ela própria, o género total fora do qual nada existe. O conceito de totalidade não é mais que a forma abstracta do de sociedade, e esta é o todo que compreende todas as coisas, a classe suprema que contém as outras classes»
sábado, 21 de março de 2009
coisas que mudam algumas vidas (quando olharem para as estrelas lembrem-se de Durkheim, o «socionauta»)
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4 comentários:
Não me lembro eu de outra coisa, senão Durkheim.
Tendo em consideração que a sociedade é «o género total fora do qual nada existe»...isto é, explica tudo e mais alguma coisa...podemos dizer que a roubalheira do Lucílio Baptista é consequência da sociedade. Ok...peço desculpa ao senhor Lucílio pelos impropérios que lhe tenho dirigido nos últimos dias...estou arrependido. Toca a responsabilizar a sociedade...onde é que ela anda?!
Boa pergunta!
(mete o capacete, aperta o cinto e liga o motor: a viagem será longa...)
A Sociedade, o alíbi perfeito...
Então foi a sociedade que ganhou essa taça (uma vez que o benfica, infrlizmente, ainda está na sociedade)!?
Por outro lado, quem perdeu a dita taça foi, também, a sociedade (o Sporting ainda não saiu dela!?)!?
Para quê o jogo (para quê a análise...? a sociedade explica!!!)
E os malandros somos nós!?
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