Escaldado pelas críticas que lhe vinham sendo endossadas desde a publicação de Les Règles de la Méthode Sociologique (1894), Émile Durkheim decide escrever um texto para acabar de vez com a polémica em torno daquilo que ele considerava ser o objecto sui generis da sociologia.
Esse texto seria publicado em Maio de 1898 na Revue de Métaphysique et de Morale com o título «Représentations individuelles et représentations collectives».
Nele, Durkheim recorre aos princípios da teoria da «cadeia dos seres»...
Fiquem para ver: «Mamã, como é que se fazem as representações colectivas?»
Esse texto seria publicado em Maio de 1898 na Revue de Métaphysique et de Morale com o título «Représentations individuelles et représentations collectives».
Nele, Durkheim recorre aos princípios da teoria da «cadeia dos seres»...
- a realidade estrutura-se em quatro níveis (por ordem crescente de complexidade: mineral, biológico, psíquico e social);
- cada nível de realidade resulta em parte (!?) de uma combinação de elementos do nível anterior (o seu substrato).
- A está para B assim como C está para D;
- A vida social está para o seu substrato psicológico (as consciências individuais) assim como a vida psíquica está para o seu substrato biológico (as células do cérebro);
- De acordo com a teoria da «cadeia dos seres», ambas as relações só podem ser relações de independência relativa;
- Logo, o objecto da sociologia (representações colectivas) é distinto do objecto da psicologia (representações individuais).
Fiquem para ver: «Mamã, como é que se fazem as representações colectivas?»
1 comentário:
É simples, sim senhor. Tudo muito objectivo. Raciocínio mais do que matemático. Aliás, a matemática, ao pé deste raciocínio, é muito subjectiva.
Hilariante!
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