sexta-feira, 20 de março de 2009

O Potencial da Transcendência

E se a lucidez fosse a sua ausência? E se a normalidade fosse a anormalidade? Que tipo de análises produziria o actor que cai do palco e observa a peça social na perspectiva de quem quer, simplesmente, deixar de representar? Como seria se todos os actores pervertessem sempre a representação do papel? Como seria se essa perversão fosse natural, sempre, lúcida e, simultaneamente, espontânea nos fluxos e refluxos do seu exercício? Como seria a Sociologia se tivesse que olhar o mundo na perspectiva da desordem que se ordena e se desordena?

7 comentários:

Luís Miguel Santos disse...

Andas no iscte há 5anos... e ainda escreves estas coisas!?

Não existem coisas mais importantes para escreveres que: como seria...?

Dautarin da Costa disse...

É a ingenuidade de principiante...não tem cura...eheheheheheheh.

Hugo Militão disse...

Pergunta ao AFC. Ele conhece bem esse «tipo de pessoas» (aqueles que gostam de perverter a representação do papel «sociólogo»; aqueles que se prestam à «normalidade da anormalidade»)...seremos nós?...nahh!

Daniel Figueiredo disse...

Percebo agora o porquê da identificação «sociólogos» vir acompanhada por um ponto de exclamação e um ponto de interrogação (!?) no nosso blog...

(não sei se isto é um elogio para ti, mas não resisto em escrevê-lo: este é um post à TARDE! andas a lê-lo e não me dizes nada...)

Luís Miguel Santos disse...

«É por causa de pessoas como você(s) (espero também fazer parte do grupo! onde são as inscrições!?) que a sociologia está como está...!

Alguém sabe quem disse isto!? (é que eu ando com fraca menória, mas não queria ser acusado de plágio)

PS: e eu que pensava (sim, eu sei que não é permitido!!!) que nós não tinhamos exercíamos nenhuma influência na sociologia!!!
éhéhéhéhéhéh... vão ter de levar comnosco!!!

Dautarin da Costa disse...

Caro amigo, ainda não o li, porém terei de o fazer antes que seja TARDE de mais...as trevas, cada vez mais, insistem nos seus enturvamentos.

Dautarin da Costa disse...

Caro amigo, acho que o autor dessa frase é um importante produtor de trevas.