Segundo Émile Durkheim, todas as religiões contêm um germe de «ascetismo» mais ou menos desenvolvido.
Por exemplo, nas cerimónias de iniciação dos aborígenes australianos, o iniciando é sujeito a um conjunto de experiências de dor, sofrimento e privação.
Acredita-se que essas experiências ajudam a elevar o iniciando acima da sua «vida profana» e das «necessidades» que esta lhe impõe.
Ajudam-no a «esquecer-se a si próprio».
Transformam-no num «novo ser».
E só um novo ser, acreditam os aborígenes, está autorizado/habilitado a participar no «culto positivo» do grupo.
[continua]
Por exemplo, nas cerimónias de iniciação dos aborígenes australianos, o iniciando é sujeito a um conjunto de experiências de dor, sofrimento e privação.
Acredita-se que essas experiências ajudam a elevar o iniciando acima da sua «vida profana» e das «necessidades» que esta lhe impõe.
Ajudam-no a «esquecer-se a si próprio».
Transformam-no num «novo ser».
E só um novo ser, acreditam os aborígenes, está autorizado/habilitado a participar no «culto positivo» do grupo.
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