Émile Durkheim é considerado por muitos um dos autores «clássicos» da sociologia.
Contam-se entre os seus textos mais difundidos: De la Division du Travail Social (1893), Les Règles de la Méthode Sociologique (1895), Le Suicide (1897) e Les Formes Élémentaires de la Vie Religieuse (1912).
São os textos «clássicos» de um autor «clássico».
Todos eles, sem excepção, continuam a ser lidos, discutidos e citados por sociólogos do mundo inteiro.
Embora pelo menos um deles - De la Division du Travail Social - já tenha visto melhores dias, todos continuam a deter um «estatuto privilegiado» (para recuperar a expressão de Jeffrey Alexander) em relação a obras contemporâneas.
No entanto, nem todos são convocados de igual maneira para a iniciação sociológica.
Dos quatro livros supramencionados, Les Règles de la Méthode Sociologique é aquele que tende a assumir maior destaque nas primeiras aprendizagens dos principiantes.
Recordando a minha experiência de iniciação, apercebo-me de que terá sido um dos pouco textos «clássicos» cuja leitura nos era altamente recomendada (para não dizer obrigatória).
A que se deve este estatuto privilegiado de um «clássico» na iniciação sociológica?
[continua]
Contam-se entre os seus textos mais difundidos: De la Division du Travail Social (1893), Les Règles de la Méthode Sociologique (1895), Le Suicide (1897) e Les Formes Élémentaires de la Vie Religieuse (1912).
São os textos «clássicos» de um autor «clássico».
Todos eles, sem excepção, continuam a ser lidos, discutidos e citados por sociólogos do mundo inteiro.
Embora pelo menos um deles - De la Division du Travail Social - já tenha visto melhores dias, todos continuam a deter um «estatuto privilegiado» (para recuperar a expressão de Jeffrey Alexander) em relação a obras contemporâneas.
No entanto, nem todos são convocados de igual maneira para a iniciação sociológica.
Dos quatro livros supramencionados, Les Règles de la Méthode Sociologique é aquele que tende a assumir maior destaque nas primeiras aprendizagens dos principiantes.
Recordando a minha experiência de iniciação, apercebo-me de que terá sido um dos pouco textos «clássicos» cuja leitura nos era altamente recomendada (para não dizer obrigatória).
A que se deve este estatuto privilegiado de um «clássico» na iniciação sociológica?
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1 comentário:
Realmente eu sou muito cegueta! Sou principiante como tu (no iul) e no entanto não me recordo de ter passado os meus olhos por esse texto clássico. Para além de vesguidão, pode ser, igualmente, preguiça!
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