Ao contrário daquel@s que se limitam a tratar tod@s @s alun@s como potenciais plagiador@s ou daquel@s que embarcam num discurso reaccionário sobre as diferenças entre o antigamente-é-que-era e o hoje-em-dia-são-todos-uns-malandros-preguiçosos-ignorantes, o professor da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da UL prefere salientar a importância da relação pedagógica entre orientador@s e alun@s.
Em discurso indirecto, Jorge Ramos do Ó «garante que é difícil haver fraude se os orientadores fizerem um trabalho individualizado com os alunos».
Acrescentando, em discurso directo: «só que muitos professores têm dezenas de orientandos e não têm tempo para fazer a orientação como deve ser».
Pois é: assim como uma tese de mestrado pode ser feita sem grande esforço pessoal (e nem sequer estou a falar de uma «tese comprada»), também pode ser pouco ou mal acompanhada por um @ orientador@...
[continua]
Em discurso indirecto, Jorge Ramos do Ó «garante que é difícil haver fraude se os orientadores fizerem um trabalho individualizado com os alunos».
Acrescentando, em discurso directo: «só que muitos professores têm dezenas de orientandos e não têm tempo para fazer a orientação como deve ser».
Pois é: assim como uma tese de mestrado pode ser feita sem grande esforço pessoal (e nem sequer estou a falar de uma «tese comprada»), também pode ser pouco ou mal acompanhada por um @ orientador@...
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