Acontece comigo, acontece com o Hugo, acontecerá provavelmente com muit@s outr@s principiantes: o que quer que façamos, nunca conseguimos alhearmo-nos completamente da tese.
Ela persegue-nos para todo o lado e coloniza todos os nossos pensamentos.
Vamos ao cinema, encontramos a tese.
Saímos com amig@s, encontramos a tese.
Lemos as últimas do futebol, encontramos a tese.
O filme até pode ser bom, a companhia até pode ser agradável e as notícias até podem ser animadoras.
Mas não seria melhor ver só um filme quando se vê um filme, estar só com @s amig@s quando estamos com @s amig@s, ler só notícias de futebol quando lemos notícias de futebol?
Eu achava que sim e foi por isso que decidi tirar uns dias de folga.
Satisfeito por ter concluído o primeiro capítulo e o ter enviado à minha orientadora (o mês de Agosto foi de trabalho intensivo), senti-me como há muito tempo não me sentia: de férias.
Contudo, ao contrário daquilo que esperava, a experiência não tem sido propriamente muito estimulante: tédio, tédio e mais tédio.
Não faço nada que não tenha feito durante os últimos meses.
Mas falta-me qualquer coisa para poder desfrutar.
Falta-me a tese, pois claro.
Afinal de contas, só pode existir vida extra-tese se existir uma tese...
Ela persegue-nos para todo o lado e coloniza todos os nossos pensamentos.
Vamos ao cinema, encontramos a tese.
Saímos com amig@s, encontramos a tese.
Lemos as últimas do futebol, encontramos a tese.
O filme até pode ser bom, a companhia até pode ser agradável e as notícias até podem ser animadoras.
Mas não seria melhor ver só um filme quando se vê um filme, estar só com @s amig@s quando estamos com @s amig@s, ler só notícias de futebol quando lemos notícias de futebol?
Eu achava que sim e foi por isso que decidi tirar uns dias de folga.
Satisfeito por ter concluído o primeiro capítulo e o ter enviado à minha orientadora (o mês de Agosto foi de trabalho intensivo), senti-me como há muito tempo não me sentia: de férias.
Contudo, ao contrário daquilo que esperava, a experiência não tem sido propriamente muito estimulante: tédio, tédio e mais tédio.
Não faço nada que não tenha feito durante os últimos meses.
Mas falta-me qualquer coisa para poder desfrutar.
Falta-me a tese, pois claro.
Afinal de contas, só pode existir vida extra-tese se existir uma tese...
3 comentários:
Ao menos se a tese fosse uma «gaija boa»...sempre não era tão desagradável encontrá-la no cimena!
ps: imagina isso sem tese...
Se quando saimos vemos a tese em todo o lado, é preferível não sair. Percebes o porquê da minha quarentena, não é verdade?
Não é que eu passe o tempo todo a trabalhar (longe, muito longe disso)...mas há um entrave dentro de mim que não me deixa descontrair.
E ainda por cima, as notícias sobre futebol não são nada animadoras (isto parece um presságio - é que a minha tese também não está nada animada). Tenho que ir consultar o «professor sabe sabe».
entao e....
estarmos juntos?
bjo Ana
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