"o importante é nunca deixar de ser principiante" (BSS)
sábado, 7 de novembro de 2009
Notícia de última hora: ISCTE-IUL elege primeiro reitor após passagem a fundação
...chama-se Luís Reto e é o actual presidente do ISCTE-IUL.
7 comentários:
Miguel
disse...
giro giro foi ele ter dito na audição pública que concorda com a propina máxima, que é isso que distingue uma instituição de excelência e que por ele as propinas deviam ser ainda mais altos. Então e os estudantes pobres, perguntam vocês? então, para esses há as bolsas de mérito!
Depois rematou com "ninguém quer comprar um Ferrari que seja barato". Depois referiu-se frequentemente à marca ISCTE e aos seus produtos. Tive pena de não ir, deve ter valido a pena ouvir o tipo dizer estas coisas e ser eleito com 21 votos contra 9...
"eu vou"...onde é que eu já vi isto!? andas a plagiar slogans!?
Meus caros, "comprar um Ferrari barato" é tudo o que eu mais queria...eles é que não existem!!! Só que agora há um problema: um Mini ou um VW Carocha («carro do povo») já custam 40000euros...
Os gestores do saber utilitarista cansaram-se, enfim, da ilusão da igualdade de oportunidades...Volta-se, assim, ao paradigma das oportunidades aos "melhores" pobres e, obviamente, aos que têm dinheiro para comprar as TRADE MARKS do saber.
Meus caros,
assistimos, infelizmente, ao regresso das trevas da elitização do saber.
Benvidos ao lado negro da força. Agora, no outro dia encontrei um fulano, do meu curso, extremamente desiludido com a vida também. Ele dizia que o ISCTE é negro, também, e aplicou um modelo teórico analítico brilhante. Basicamente, funciona como na guerra das estrelas: no primeiro episódio, a licenciatura, fica tudo um caos. No segundo, mestrado, o império contra-ataca e fica tudo ainda pior. Depois, no terceiro e último, a força lá tenderá a restabelecer-se e alguns até conseguem fazer cair o império.
Não estou espantado com isso que dizes, Dautarin, e esse não-espanto generalizado é o que me deixa mais preocupado.
Hugo, senti-me ofendido com essa dúvida e, principalmente, com a afirmação que lhe está, pouco,implícita: Estás a dizer que eu fui burro porque escolhi o (ainda) iscte para «comprar» o meu curso superior; ou estás a afirmar que sou um cavalo que frequentou o instituto durante uma carrada de anos!?
Depois de, aprofundade, reflexão acerca da minha dúvida, conclui que o Mili estava a afirmar que eu sou um burro-cavalo, ou o contrário... E não é que ele tem toda a razão!!!
7 comentários:
giro giro foi ele ter dito na audição pública que concorda com a propina máxima, que é isso que distingue uma instituição de excelência e que por ele as propinas deviam ser ainda mais altos. Então e os estudantes pobres, perguntam vocês? então, para esses há as bolsas de mérito!
Depois rematou com "ninguém quer comprar um Ferrari que seja barato". Depois referiu-se frequentemente à marca ISCTE e aos seus produtos. Tive pena de não ir, deve ter valido a pena ouvir o tipo dizer estas coisas e ser eleito com 21 votos contra 9...
Já nada me surpreende vindo desse senhor.
Surpreende-me, isso sim, que os estudantes continuem a dar o seu assentimento a uma política tão injusta.
Parece que dia 17 de Novembro vai haver uma marcha de estudantes em Lisboa.
Não acham que está na altura de esquecer velhos antagonismos e fazer a união em torno de uma causa comum?
Eu acho que sim e é por isso que vou lá estar.
Venham também!
"eu vou"...onde é que eu já vi isto!? andas a plagiar slogans!?
Meus caros, "comprar um Ferrari barato" é tudo o que eu mais queria...eles é que não existem!!!
Só que agora há um problema: um Mini ou um VW Carocha («carro do povo») já custam 40000euros...
Os gestores do saber utilitarista cansaram-se, enfim, da ilusão da igualdade de oportunidades...Volta-se, assim, ao paradigma das oportunidades aos "melhores" pobres e, obviamente, aos que têm dinheiro para comprar as TRADE MARKS do saber.
Meus caros,
assistimos, infelizmente, ao regresso das trevas da elitização do saber.
Benvidos ao lado negro da força. Agora, no outro dia encontrei um fulano, do meu curso, extremamente desiludido com a vida também. Ele dizia que o ISCTE é negro, também, e aplicou um modelo teórico analítico brilhante. Basicamente, funciona como na guerra das estrelas: no primeiro episódio, a licenciatura, fica tudo um caos. No segundo, mestrado, o império contra-ataca e fica tudo ainda pior. Depois, no terceiro e último, a força lá tenderá a restabelecer-se e alguns até conseguem fazer cair o império.
Não estou espantado com isso que dizes, Dautarin, e esse não-espanto generalizado é o que me deixa mais preocupado.
Luís Reto comparou o iul a um Ferrari?
Mas o símbolo da Ferrari, afinal, é um burro?! Sempre pensei que fosse um cavalo.
Hugo, senti-me ofendido com essa dúvida e, principalmente, com a afirmação que lhe está, pouco,implícita: Estás a dizer que eu fui burro porque escolhi o (ainda) iscte para «comprar» o meu curso superior; ou estás a afirmar que sou um cavalo que frequentou o instituto durante uma carrada de anos!?
Depois de, aprofundade, reflexão acerca da minha dúvida, conclui que o Mili estava a afirmar que eu sou um burro-cavalo, ou o contrário... E não é que ele tem toda a razão!!!
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