Ainda as malditas folhas de presença...
Estes, extractos de madeira transformada, que circulam, livremente, pelas salas de aula do iscte, fazem parte (terão sido o inicio!?) de uma estratégia de infantilização dos discentes, por parte dos «gestores do saber performativo». Sendo que, alguns deles, resistiram, e não foi pouco, a aplicar este instrumento de controle.
Uma vez que esta prática se está a ritualizar, ou seja, o controlo das presenças nas aulas, de todos os ciclos de ensino, no iscte está a transformar-se num «exemplo» de boas práticas académicas...
Assim sendo, cumpre-nos dar algumas sugestões no sentido de tornar, «ainda mais», eficaz o funcionamento do sistema iscteano:
1-Porque não introduzir umas campainhas de início e final de aula!?
2-Definir um limite de faltas que leve à exclusão dos alunos (sem os inibir de pagar a totalidade das propinas...).
3-Criar um sistema de justificação de faltas:
Aos actuais discentes: se concordam que as folhas de presença fazem parte de uma estratégia de infatilização, adiram ao movimento de alunos que não assinam, essas malandrecas
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
2 comentários:
É o eterno retorno ao ensino secundário: a pessoa pensa que já está noutro nível, mas acaba sempre por regressar áquele velho paternalismo do «educador-controlador» e do «educando-controlado»...
Onde quer que vamos e o que quer que façamos, continuam a tratar-nos como crianças!
É realmente inacreditável, sobretudo se tivermos em conta que o discurso dominante de Bolonha usa e abusa do conceito de «autonomia» para caracterizar o novo paradigma de ensino universitário...
Até agora, meus amigos, os sinais apontam no sentido oposto!
É na infantilização dos neófitos - doutores em potência - que os ideários acríticos encontram solos férteis de germinação e sustentabilização. Puras ferramentas do utilitarismo pragmático - castrante...
Enviar um comentário