terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

O que é que o «caso Freeport» tem em comum com a «declaração de não plágio»?

Na qualidade de comentador político, RPP insurge-se contra o «populismo judicialista» de alguns comentadores do chamado «caso Freeport», isto é, «a presunção de que todos os actores políticos são corruptos potenciais».

Na qualidade de membro da Comissão Científica de Sociologia, RPP vota a favor de uma «medida preventiva contra más práticas académicas» (a «declaração de não plágio») que transforma todos os estudantes em plagiadores potenciais.

Que saudades do RPP de «outros tempos»: aquele que conhecia perfeitamente esta «lógica da suspeição» e que, como tal, se recusava a passar «folhas de presença» nas suas aulas!

4 comentários:

Hugo Militão disse...

Por falar em Freeport,temos que lá ir um dia.Agora não...tá de chuva, e eu ando com quatro pernas.Não dá muito jeito.
Concordo com RPP, em relação ao caso Freeport.Pena que a sua atitude não seja linear, quando o caso é outro: a presunção de que todos os actores estudantis são corruptos potenciais.

Dautarin da Costa disse...

Eis um caso em que a incoerência não é inconsciente...

Daniel Figueiredo disse...

Só mesmo RPP para me fazer sentir solidário com Sócrates!

Afinal de contas, tanto o primeiro-ministro como os plagiadores em potência partilham a mesma luta: a luta pelo direito à presunção de inocência!

PS: acho que bati o recorde de hiperligações num único post...

Luís Miguel Santos disse...

Tenho uma solução simples: trocamos o RPP membro da comissão pedagógica, pelo RPP comentador político...

PS: pode manter-se o RPP sócio do SPORTING