Entre outras razões, porque esta hipótese de Robert Alun Jones tem por trás de si muitos e muitos anos de investigação sobre Durkheim, o seu tempo e as suas influências.
Não é razoável pedir a um@ principiante que faça um trabalho deste nível (bem vistas as coisas, também não estou a ver muitas pessoas no nosso país que tenham condições institucionais para o fazer, mas isso levar-nos-ia para outra discussão...).
Contudo, é perfeitamente razoável que ele se deixe influenciar.
Encontrando em comentadores deste calibre a inspiração necessária para fazer a sua própria tese.
Será que a originalidade não é mais do que uma divergência criativa daqueles e daquelas a quem vamos buscar ideias?
(a propósito: não sei onde fui buscar a expressão «divergência criativa», mas sei que não é minha)
Falsa questão: se o diálogo com os comentadores for intelectualmente estimulante e enriquecedor, quem se importa de não inventar nada de novo?
É nestas alturas que me lembro de Tarde e me convenço de que ele tinha mesmo razão quando dizia que «as invenções são sempre sínteses de outras invenções».
E que nós, bem vistas as coisas, somos tod@s irmãos e irmãs de ideias, umas mais originais do que outras (se ainda quisermos ver o mundo desse ponto de vista), mas sempre ideias.
Longa vida a essa tertúlia espiritual, a esse «comunismo primitivo», que une Homens e Mulheres de todos os tempos e de todos os lugares, que nos faz acreditar numa ideia de humanidade em que cabem tod@s (clássicos, comentadores e principiantes).
Sem que nenhum@ se sinta mais cópia (ou mais modelo) do que @s outr@s.
Não é razoável pedir a um@ principiante que faça um trabalho deste nível (bem vistas as coisas, também não estou a ver muitas pessoas no nosso país que tenham condições institucionais para o fazer, mas isso levar-nos-ia para outra discussão...).
Contudo, é perfeitamente razoável que ele se deixe influenciar.
Encontrando em comentadores deste calibre a inspiração necessária para fazer a sua própria tese.
Será que a originalidade não é mais do que uma divergência criativa daqueles e daquelas a quem vamos buscar ideias?
(a propósito: não sei onde fui buscar a expressão «divergência criativa», mas sei que não é minha)
Falsa questão: se o diálogo com os comentadores for intelectualmente estimulante e enriquecedor, quem se importa de não inventar nada de novo?
É nestas alturas que me lembro de Tarde e me convenço de que ele tinha mesmo razão quando dizia que «as invenções são sempre sínteses de outras invenções».
E que nós, bem vistas as coisas, somos tod@s irmãos e irmãs de ideias, umas mais originais do que outras (se ainda quisermos ver o mundo desse ponto de vista), mas sempre ideias.
Longa vida a essa tertúlia espiritual, a esse «comunismo primitivo», que une Homens e Mulheres de todos os tempos e de todos os lugares, que nos faz acreditar numa ideia de humanidade em que cabem tod@s (clássicos, comentadores e principiantes).
Sem que nenhum@ se sinta mais cópia (ou mais modelo) do que @s outr@s.
3 comentários:
Muito bem!!!
Então e as desclarações anti-plágio?
La está: ou são para tod@s ou então não são para ninguém...
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