terça-feira, 6 de outubro de 2009

A história do caderninho (3)

Concluídas as duas últimas cadeiras do mestrado, inicia-se uma nova fase na vida do caderno.


É a fase da amálgama, onde se misturam referências bibliográficas, citações de livros, informações práticas do dia-a-dia e o conjunto de notas que esteve na origem da série de posts «as aventuras de AFC, o anti-academicista».

Um autêntico pau para toda a obra que, ainda assim, passava mais dias fechado do que aberto.

Alienado da sua vocação primordial, não levaria muito tempo a ser esquecido.

Contudo, quando já nada o faria adivinhar, foi resgatado do abandono.

[continua]

3 comentários:

Hugo Militão disse...

Vê lá se esgotas as páginas do caderno antes de acabares a tese!

Daniel Figueiredo disse...

Isso é que não era nada boa ideia.

Supersticioso como eu sou (ai sou!?), espero que o final da tese coincida com o final do caderno.

Depois do trabalhão para me afeiçoar a este, seria complicado começar o processo outra vez...

Luís Miguel Santos disse...

Daniel, que é feito do caderninho do 3º-ano/1º-semestre, que andou pelas mãos de um docente?