Não vos conto nenhuma novidade se disser que fazer uma tese é uma experiência que tem tanto de gratificante quanto de desgastante.
O mês de Setembro na inquietação do principiante foi prolífico em exemplos.
Exemplos de uma experiência quase equizofrénica e da impotência que sempre a acompanha.
Por que é que não conseguimos manter uma relação constante com o nosso trabalho?
A sensação que tenho é que estamos condenados a viver esta inconstância pelo menos até ao dia da defesa da tese.
Até lá, contentamo-nos com paliativos.
Alguns de longa data, velhos conhecidos que nos habituámos a usar nos momentos de maior tensão.
Outros mais recentes, novos engenhos que fomos aperfeiçoando já durante o processo de investigação e escrita para a tese.
No próximo post vou contar-vos a história do meu paliativo preferido: o caderninho da tese.
[continua]
O mês de Setembro na inquietação do principiante foi prolífico em exemplos.
Exemplos de uma experiência quase equizofrénica e da impotência que sempre a acompanha.
Por que é que não conseguimos manter uma relação constante com o nosso trabalho?
A sensação que tenho é que estamos condenados a viver esta inconstância pelo menos até ao dia da defesa da tese.
Até lá, contentamo-nos com paliativos.
Alguns de longa data, velhos conhecidos que nos habituámos a usar nos momentos de maior tensão.
Outros mais recentes, novos engenhos que fomos aperfeiçoando já durante o processo de investigação e escrita para a tese.
No próximo post vou contar-vos a história do meu paliativo preferido: o caderninho da tese.
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